
Todo o entendimento usado para o bem do próximo é uma vitória e uma benção silenciosa que ajuda no fortalecimento da Caminhada pelo Bem Maior."
ABRA SUA MENTE

Fecha teus olhos,abre tua mente e teu coração para a Verdade ...,porque
Ela pode ser invisível aos olhos humanos.Mas não aos olhos da sua consciência
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
DESDOBRAMENTO ASTRAL
Aqui deixaremos duas postagens sobre desdobramento,Um tema fantástico
O desdobramento é uma faculdade natural do ser humano.
Contudo, fazer isto
conscientemente é bem mais difícil.
Quando dormimos ou cochilamos, ou mesmo quando temos um pequeno torpor
físico, desdobramos do corpo. Isto quer dizer que saímos do corpo.
Deixamos
nosso corpo físico repousando e saímos com o corpo espiritual, ou perispírito.
Algumas pessoas tem consciência deste desdobramento e vê o seu corpo físico
detalhadamente, distingue cores, ambientes, sons e várias outras coisas.
Alguns
reclamam da imobilidade que ficam após retornar ao corpo, mas não são todos.
O retorno ao corpo pode acontecer abruptamente, o que causa choques, ou
suavemente, dando satisfação à pessoa. Isso não é mediunidade, é capacidade
anímica, isto é, da própria alma encarnada.
Mas, desdobrado do corpo físico a
alma pode entrar em contato com outros espíritos e mediar mensagens, recados e
etc.
http://www.espirito.org.br/portal/perguntas/p0280.html
Viagem astral ou desdobramento
A
viagem astral, projeção ou desdobramento é quando a alma sai consciente
do corpo físico durante o sono ou os sonhos. Na verdade, todas as
pessoas ao dormirem deixam o seu corpo físico no leito e saem com o seu
corpo astral para repetir tudo aquilo que fizeram durante o dia.
Geralmente, não se lembram destas experiências devido a inconsciência,
pois como já sabemos, usamos apenas uma parte mínima da nossa potência
cerebral, estando com uma gigantesca parte totalmente adormecida. Todo
homem é formado por um trio de Corpo, Alma e Espírito. O corpo físico é este que conhecemos, construído de matéria física, que se alimenta de sólidos, líquidos e gases. A alma ou corpo astral é o intermediário entre a matéria e o espírito. E o espírito é o nosso real Ser, o que de mais elevado existe.
CORDÃO DE PRATA
O
cordão de prata é um corpo fluídico na forma de elástico, que liga o
corpo astral ao corpo físico. Tem este nome devido a alta vibração de
suas partículas fluorescentes geralmente na cor prateada. Durante o dia,
o corpo astral, com as agitações, emoções, atividades e impulsos,
desgasta o corpo físico até que as células se revoltam provocando o
cansaço e o sono. Já que o corpo astral não necessita de repouso.
E
durante o sono, quando se acha em relaxamento total, ele abandona o
corpo físico, ficando ligado apenas pelo cordão de prata. Nestas
condições, geralmente, a alma vai repetir tudo o que fez durante o dia
ou então visitar outros lugares, cidades, países ou mundos do espaço
infinito, estando ainda ligada pelo cordão de prata ao corpo. A morte
física é o rompimento do cordão de prata que se dá quando o espírito
abandona a matéria. Mas fique tranqüilo que isto não acontece durante a
projeção astral. Não tenha medo, porque não há razão nenhuma para
recear.
A viagem astral é bastante normal e sinceramente não há palavras para descrever as maravilhas das viagens fora do corpo.
MUNDOS SUPERIORES
O
nosso corpo físico, juntamente com tudo que é material, se encontra na
terceira dimensão. No entanto, a nossa alma está na quarta, que é o
tempo ou o mundo astral. Este mundo é uma réplica do mundo físico e tudo
que tem de um lado, tem o seu correspondente no outro. E tudo o que
existe no mundo físico teve a sua origem anteriormente no plano astral.
Os nossos próprios pensamentos, memórias, emoções... estão na quarta
dimensão e em nada tem a ver com o mundo material.
DESDOBRAMENTO ASTRAL
Samael
Aum Weor, um sábio cientista, antropólogo e esoterista, é uma das raras
pessoas que nasceu com a capacidade de se desdobrar conscientemente no
plano astral. Em sua esclarecedora obra‘DESFAZENDO MISTÉRIOS’ , ele relata o seguinte:
“É
preciso que compreendam a necessidade de aprender a sair do corpo
celular à vontade. Entendam que o corpo físico é uma casa, onde não
precisamos ficar prisioneiros. Podendo assim, visitar as dimensões
celestiais e conhecer outros mundos do espaço infinito. Fora do corpo, é
possível invocar os seres queridos que já passaram pelas portas da
morte ou mesmo nossos anjos, assim, podemos conversar pessoalmente com
eles."
“Entendam
que no passado tivemos outros corpos e que vivemos outras existências.
Fora do corpo físico, podemos recordá-las e revivê-las exatamente. A
chave para alguém sair desta forma densa, para sair deste corpo carnal é
muito simples. Prestem atenção. Qualquer um pode escapar do corpo à
vontade naquele momento de transição que existe entre a vigília e o
sono."
“O
espaço é infinito. Todos podem fazer o desdobramento, desde que se
proponham a tal. Antes de tudo, ninguém deve se identificar com o corpo
material. Durante o experimento, deve-se pensar como alma e não como
corpo. Sentindo-se sutis. E quando assim se sentirem, simplesmente
levantem da cama. Não se trata de ficar pensando que estão se
levantando, porque aí não se realizaria o experimento. Simplesmente
ajam."
“Querem
saber algo do além? Recordem que a vontade é indispensável para quem se
propõe a sair do corpo físico. E que fique claro que o desdobramento
astral é um processo natural que jamais poderá ser prejudicial a
alguém."
CONTROLANDO A PROJEÇÃO ASTRAL
Sabemos que a humanidade está 97% inconsciente e apenas 3% consciente.
É devido a isto que traz poucas lembranças das experiências no mundo
astral. A mesma consciência do corpo físico é a do corpo astral e que
desperta a consciência no mundo físico também despertará no mundo
astral. Quando a pessoa fica consciente no sonho ela pode controlar os
seus atos. Se você se lembrar que estou lhe afirmando que você os pode
controlar, você os controlará com certeza. Pessoalmente quase todas as
noites controlo os meus sonhos, e sei por experiência própria que todas
as pessoas também pode controlar os seus sonhos inclusive você! Nunca se
esqueça destas minhas afirmações e procure sonhar com minhas palavras,
repita-as várias vezes ao dia ou durante semanas se for preciso, e
comprovará por si mesmo que você pode e deve controlar os seus sonhos.
Todos os ocultistas controlam os seus sonhos e você não será uma
exceção.
Por Jorge L. Rodrigues
PORQUE OS MÉDICO HOJES ACREDITAM QUE A FÉ CURA?
Elena Serocki
Com o título acima a Revista Seleções de agosto de 2001 publicou matéria com
base em pesquisas médicas, da qual extraímos o seguinte tópico:
O CÉU PODE ESPERAR
Centenas de estudos e pesquisas documentam a ligação entre fé e saúde. Entre
os efeitos positivos da devoção figuram:
Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com 21 mil
pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferença de sete anos na expectativa
de vida entre aquelas que nunca freqüentam cultos religiosos e as que os
freqüentam mais de uma vez por semana.
Bem-estar geral. Em uma pesquisa co-dirigida pelo epidemiologista Jeff
Levin, autor de God, faith, and health (Deus, fé e saúde), idosos que se
consideravam religiosos tiveram menos problemas de saúde do que os não
religiosos.
Melhor recuperação. Pacientes confortados pela fé apresentaram
probabilidades três vezes maior de sobrevivência após cirurgias cardíacas
abertas, segundo estudo de 1995 da Faculdade de Medicina de Dartmouth.
Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na Índia, em 1997, os
participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham 70% menos
chance de sofrer de doença coronariana.
Pressão mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com 400 homens,
pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor
contra a pressão alta entre aqueles que consideravam a religião muito importante
e freqüentavam a igreja.
Boa saúde mental. Freqüentar locais de devoção tem relação com taxas
menores de depressão e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke
University, que incluiu quase 4 mil idosos.
Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da pressão
arterial e das freqüências cardíaca e respiratória, reduzindo a imunidade,
segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.
Ele constatou, em várias pesquisas, que tanto a meditação como a oração, o
tai chi chuan
e a ioga provocam uma reação oposta ao estresse.
(Jornal Mundo Espírita de Agosto de 2001)
É PRECISO SABER AJUDAR
Rita Foelker
Ver crianças passando por necessidades, seja em fotos do Afeganistão ou sob a
marquise de um prédio a três quarteirões de casa, é sempre triste. E é quando nos
perguntamos: o que se pode realmente fazer, enquanto cidadão e enquanto espírita?
São muitas as ações espíritas voltadas à infância e à juventude sem recursos,
moradora das sub-habitações urbanas, subnutrida, sem escola e sem família estruturada,
grande parte já trilhando os caminhos tortuosos da delinqüência.
Mas um fato observável, sobretudo nos grandes centros, é que o tipo de trabalho
social comumente desenvolvido pelas entidades supre apenas necessidades imediatas
e cria uma dependência viciosa das famílias com respeito às doações. Centros espíritas
se estabeleceram, há vinte ou trinta anos, próximos à favela, e a favela só faz
crescer!! Doa-se roupa, comida e material de construção, mas a pobreza nunca deixa
de existir.
E as crianças nascem e crescem neste ambiente, também vão à casa espírita para
receber. Mesmo as que nunca comparecem à “Evangelização” surgem do nada, quando
é Páscoa ou Dia da Criança, esperando ganhar... “O que é que a gente vai ganhar?”
– perguntam. Isto significa que nosso modelo vem fazendo mais estragos do que se
supunha, já está passando de pai para filho.
E este seria o momento de nós nos perguntarmos como espíritas: o que é que estamos
fazendo? Para que estamos trabalhando? Como estamos educando?
Não basta ajudar. É preciso saber ajudar.
Primeiro, conscientizar-se de que não há vítimas ou coitadinhos neste mundo.
Todos vivemos um processo evolutivo e buscamos condições de aprimoramento espiritual.
Socialmente, a vida nos coloca em várias posições, dependendo da lição que devemos
aprender, mas todos estamos aqui para aprendê-la.
Os pobres não são vítimas da injustiça social, porque não existe injustiça social,
mas necessidade e merecimento individuais. Será que recebemos estas criaturas na
casa como Espíritos em processos difíceis de aprendizagem? Ou como criaturas “carentes”,
incapazes de melhorar de vida e saírem da miséria, a quem oferecemos doações por
tempo indeterminado? Até que ponto se trabalha para que eles, muito embora necessitem
de donativos em situações emergenciais, passem a prover seu próprio sustento, assim
que estejam devidamente capacitados ou empregados?
A esmola que muitas vezes se dá e que se chama de caridade, ou humilha, ou cria
“sem-vergonhas”. E as crianças, mesmo as menores, já estão vivendo esta realidade,
enquanto a casa espírita trabalha em prol de gerações de dependentes, e o mundo
não se torna nem um pouco melhor com isto.
É claro que os pequenos trazem carências mais sutis, ligadas à ausência de estímulos,
de vínculos afetivos firmes e de atenção emocional, que não podem ser desprezadas
nem resolvidas com café com leite e que pedem ações imediatas.
Não, não tenho soluções. Quanto aos adultos, entendo que a casa espírita deveria
ocupar-se daqueles que realmente desejam progredir, que se integram a algum tipo
de treinamento profissional, que querem melhorar de vida, ou que buscam um conforto
espiritual e o conhecimento das leis da vida, para se reerguerem.
Para todos os outros, as portas da instituição permanecem abertas, assim que
decidirem investir no próprio aprimoramento.
Às crianças, que se ofereçam oportunidades e afeto verdadeiro, atenção individualizada
na medida do possível, mas deixando claro que, por mais que as amemos, não cuidaremos
delas pelo resto de suas vidas, assim como não fazemos com os nossos próprios filhos.
Cuidado com promessas que não poderão ser cumpridas. Precisaremos oferecer-lhes
condições de desenvolver a auto-estima e a auto-responsabilidade, sem responsabilizar
pais ou sociedade pelo que quer que lhes venha a acontecer de desagradável, no futuro,
mas a si mesmas já que contam com seu livre-arbítrio. Poderemos ajudá-las a desenvolver
o amor ao trabalho, o desejo de aprender, ensiná-las a estabelecer objetivos de
vida e a buscá-los.
Muitas pessoas, que implantam obras sociais ou que se inscrevem como voluntárias
da assistência, fazem o melhor que sabem, acreditam fazer o bem. Mas é preciso verificar
se este é um bem real ou ilusório, se está melhorando de fato a vida das pessoas
assistidas e ajudando-as a progredir ou a permanecerem estacionadas no comodismo.
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