ABRA SUA MENTE



Fecha teus olhos,abre tua mente e teu coração para a Verdade ...,porque

Ela pode ser invisível aos olhos humanos.Mas não aos olhos da sua consciência







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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

VARIAÇÕES DE HUMOR

 
                                      
-Eu estava muito bem , saudável , animado...De repente , sem motivo paupável ,
caí na"fossa" - uma angústia invencível , uma profunda sensação de infelicidade,
como se a vida não tivesse mais graça...

Queixas assim são frequentes nas pessoas que procuram o Centro Espírita.Nesse estado toma corpo , não raro , a idéia de que a morte é a solução.

Conversávamos , certa feita , num hospital , com um rapaz que tentara o suicídio ingerindo substância tóxica.Socorrido a tempo , amargava sofrida recuperação.

Tentamos definir o motivo de tão grave iniciativa:

-Alguma desilusão sentimental?

-Absolutamente. Não tenho namorada.

-Problemas familiares?

-Pelo contrário.Dou-me muito bem com meus pais e irmãos.

-Perdeu o emprego?

-Trabalho há anos na mesma firma.O patrão parece contente comigo.

-Então , o que foi?

-É que eu estava entediado de viver.Entrei em estado de tristeza e achei que seria melhor morrer.

-Já se sentiu assim , anteriormente?

-Sim , de vez em quando...

*****
Em psicologia o paciente poderia ser definido como ciclotímico , alguém com temperamento sujeito a variações intensas de humor - alegria e tristeza , euforia e angústia , serenidade e tensão.Tem períodos de grande energia , confiança , exaltação , alternados com aflições.Muita disposição e iniciativas hoje; amanhã temores e inibições.

Os períodos negativos podem prolongar-se , instalando a depressão , a exigir tratamento especializado na área da psiquiatria.Como ela se alterna com estados de euforia , em que o paciente parece totalmente recuperado , sem que nada tenha ocorrido para justificar a mudança de humor , emprega-se a expressão "depressão endógena" , algo que tem sua origem nas tendências constitucionais herdadas , algo que faz parte da personalidade do indivíduo.

Há uma retificação a fazer.A tendência à depressão é uma herança , realmente , não de nossos pais , mas de nós mesmos , porquanto as caracteristicas fundamentais de nossa personalidade representam , essencialmente , a soma de nossas experiências em vidas pretéritas.

O que fizemos no passado determina o que somos no presente. Poderíamos colocar em dúvida a justiça de Deus se assim não fosse, porquanto é inadmissível , além de não encontrar respaldo científico , a existência de uma herança psicológica em butida nos elementos genéticos.

O que pesa sobre nossos ombros , favorecendo os estados depressivos , é a carga dos desvios cometidos , das tendências inferiores desenvolvidas , dos vícios cultivados , do mal praticado. Há pessoas que , pressionadas por esse peso mergulham tão fundo na angústia que parecem cultivar a volúpia do sofrimento , com o que comprometem a própria estabilidade física , favorecendo a evolução de desajustes intermináveis.

***** De certa forma somos todos ciclotímicos , temos variações de humor , sem que isso se constitua num estado mórbido:hoje em paz com a vida; amanhã brigados com a humanidade.Nas nuvens por algum tempo; depois na "fossa".

E nem sempre , como ocorre com o paciente ciclotímico , há justificativa para essa alternância.Pelo contrário : frequentemente nosso humor opõe-se às circunstâncias , como o indivíduo plenamente realizado no terreno afetivo , social e profissional que , não obstante , experimenta períodos de angústia; no outro extremo , o doente preso ao leito , padecendo dores e incômodos , que tem momento de indefinível alegria e bem - estar.

Essa ciclotímia guarda relação com os processos de influência espiritual. Estados depressivos podem originar-se da atuação de Espíritos perturbados e perturbadores , que consciente ou inconscientemente nos assediam. Popularmente emprega-se o termo "encosto" para esse envolvimento.

Por outro lado , os estados de euforia , sem motivo aparente , resultam do contato com benfeitores espirituais que imprimem em nosso psiquismo algo de suas vibrações alentadoras.

-Hoje estou em estado de graça.Acordei bem disposto, feliz , sem nenhum "grilo" na cabeça - diz alguém , sem saber que tal disposição é fruto de ajuda recebida no plano espiritual durante as horas de sono físico , favorecendo-lhe um "alto astral".

*****
Importante lembrar , tambem , o ambiente como fator de indução que pode precipitar estados de depressão , ou euforia.

Num velório , onde os familiares do morto deixam-se dominar pelo desespero , em angústia extrema , marcada por gritos e choro convulsivo , muitas pessoas se sentirão deprimidas , porquanto os sentimentos negativos são tão contagiosos como uma gripe. Se não possuimos defesas espirituais tenderemos a assimilá-los com muita facilidade.

Inversamente , comparecendo a uma reunião de cunho religioso , onde se cultua a prece , no empenho de comunhã com a Espiritualidade , ouvindo exortações relacionadas com a virtude e o bem , experimentaremos maravilhosa sensação de paz , como se houvéssemos ingerido milagroso elixir.

Há outro aspecto muito interessante , abordado pelo Espírito François de Genève , no capítulo V , de "O Evangelho Segundo o Espiritismo": 


"Sabeis porque , às vezes , uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar amarga a vida? É que o vosso Espírito , aspirando à felicidade e à liberdade , se esgota , jungido ao corpo que lhe serve de prisão , em vãos esforços para sair dele. REconhecendo inúteis esses esforços , cai no desânimo e , como o corpo lhe sofre a influência , toma-vos a lassidão , o abatimento , uma espécie de apatia e vos julgais infelizes.

"Crede-me , resisti com energia a essas impressões , que vos enfraguecem a vontade. São inatas no espírito de todos os homens as aspirações por uma vida melhor ; mas , não a busqueis neste mundo e, agora , quando Deus vos envia os Espíritos que lhe pertencem , para vos instruirem acerca da felicidade que le vos reserva , aguardai pacientemente o anjo da libertação , para vos ajudar a romper os liames que vos mantém cativo o Espírito . Lembrai-vos de que , durante o vosso degredo na Terra , tendes que desempenhar uma missão de que não suspeitais , quer dedicando-vos à vossa família , quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos confiou . Se , no curso desse degredo-provação , exonerando-vos dos vossos encargos , sobre vós desabarem os cuidados , as inquietações e tribulações , sede fortes e corajosos para os suportar. Afrontai-os resolutos . Duram pouco e vos conduzirão à companhia dos amigos por quem chorais e que , jubilosos por ver-vos de novo entre eles , vos estenderão braços , a fim de guiar-vos a uma região inacessível às aflições da Terra."

*****
Podemos concluir , em resumo , que a ciclotimia de nossa personalidade ocorre em função de pressões ambientes , de influências espirituais , do peso do passado e das saudades do além.

E como superar as variações de humor , mantendo a serenidade e a paz em todas as situações ?

É evidente que não a faremos da noite para o dia , como quem opera um prodígio , mesmo porque isso envolve uma profunda mudança em nossa maneira de pensar e agir , o que pede o concurso do tempo.

Considerando , entretanto , que influências boas ou más passam necessariamente pelos condutos de nosso pensamento , podemos começar com o esforço por disciplinarmos nossa mente , não nos permitindo idéias negativas.

O apóstolo Paulo , orientando a comunidade cristã , em relação aos testemunhos necessários , ressalta bem isso , ao proclamar , na Epístola aos Felipenses (4:8):

"Tudo o que é verdadeiro , tudo o que é respeitável , tudo o que é justo , tudo o que é puro , tudo o que é amável , tudo o que é de boa fama , se alguma virtude há e se algum louvor existe , seja isso o que ocupe o vosso pensamento".

(Página extraída da obra Espírita :"Uma Razão Para Viver" )

VIVE DE TAL FORMA

ORAÇÃO A MIM MESMO

REGRAS PARA UMA VIDA FELIZ

REGRAS PARA UMA VIDA FELIZ

RIR: é a música da alma.
LER: é a base da sabedoria.
PENSAR: é a fonte do poder.
SONHAR: é o meio de ligar
a uma estrela o carro em que
viaja na Terra.
SER AMIGO: é o caminho
da felicidade.
DIVERTIR-SE: é o segredo
da juventude eterna.
TRABALHAR: é o preço do
êxito.
AMAR E SER AMADO:
é um presente de Deus.
SER ÚTIL AOS OUTROS:
esta vida é demasiadamente
curta para sermos egoístas.

Não deixar que a saudade de
ontem nem a preocupação do
amanhã perturbem o seu hoje
.

CONVIVÊNCIA PERFEITA

 

Mário Vicente era vidrado na idéia das famílias espirituais, que se sobrepõem às precárias ligações sangüíneas.
– Pois é – dizia, entusiasmado, a um confrade espírita –, os Espíritos tendem a formar grupos afins nos caminhos da vida.
– Reencarnam juntos?
– Sim, sempre que possível, compondo lares ajustados e harmônicos, “um por todos, todos por um”.
– Você vive com sua família espiritual?
Mário Vicente esboçou um sorriso triste.
– Quem me dera! Lá em casa nosso relacionamento funciona mais na base de “cada um por si e Deus por todos”. Estamos longe de um entendimento razoável. É muita discussão, muita briga… Somos velhos adversários amarrados pelo sangue, a fim de nos reconciliarmos.
– Recebeu alguma revelação?
– Não… nem seria preciso! Basta observar nossos conflitos.
– A barra é pesada?
– Bem… não é tanto assim. Gosto muito de minha mulher. Até pensei, durante os primeiros tempos, fosse uma alma gêmea. Ela é dedicada ao lar, mãe prestimosa. Ocorre que é um tanto voluntariosa e, não raro, agressiva. Faz tempestade em copo d’água. Considero a Ernestina meu teste de paciência. Nossos “santos” estranham-se freqüentemente.
– E os filhos?
– Adoro todos eles, mas são Espíritos imaturos que me dão trabalho e, não raro, desgostos. Pedro, o mais velho, envolveu-se com drogas! Júnior, o do meio, “aborrescente” típico, vive a me questionar; Jussara é delicada e sensível mas puxou o gênio da mãe. Se contrariada, sai de perto! Um horror!
– São seus credores. Cobram prejuízos que você lhes causou em vidas anteriores…
– Certamente! Estou consciente desse compromisso. Tento o fazer o melhor, sustentando a estabilidade do lar. No entanto, não é fácil. Às vezes perco o controle. Envergonho-me das brigas em que me envolvo… Convenhamos, porém, que ninguém é de ferro!…
Mário Vicente suspirou, emocionado:

continuação...

 

– Sinto falta de um relacionamento familiar sustentado por legítima afinidade. Todos olhando na mesma direção, empenhados em cultivar a paz, o trabalho do bem, a amizade, a compreensão… Seria o paraíso! Vejo-me como um retardatário, preso a compromissos decorrentes de besteiras que andei cometendo, purgando meus débitos. Certamente aprontei muito!
– Espera alcançar a família espiritual?
– Claro! Quero cumprir minhas obrigações, fazendo o melhor… Hei de merecer um retorno ao convívio de meus queridos, em estágios mais altos… Tenho convicção de que uma companheira muito amada espera por meu sucesso nas provações humanas, favorecendo abençoado reencontro.


***

Animado por seus sonhos, Mário Vicente esforçava-se por superar as dificuldades de relacionamento junto à esposa e filhos. Tolerava suas impertinências. Fazia de tudo para ajudá-los. Exercitava carinho e compreensão.
O cumprimento de seus deveres junto à família humana haveria de lhe proporcionar o sonhado reencontro com a família espiritual.
Passaram-se os anos.
Os filhos casaram, vieram netos, ampliou-se o grupo familiar, sucederam-se compromissos e problemas…
Nosso herói até que conseguiu sair-se relativamente bem, acumulando méritos.
Aos setenta e dois anos, retornou à Pátria Espiritual.
Espírita esclarecido, não teve dificuldade para reconhecer-se livre do escafandro de carne, amparado por generosos benfeitores.
Após os primeiros tempos, já adaptado à nova situação, procurou dedicado orientador da instituição socorrista que o abrigara.
Foi logo pedindo, inspirado pelo ideal que acalentava:
– Estimaria, se possível, receber notícias de minha família espiritual…
– Seus familiares estão bem, nas lutas de sempre, sofrendo e aprendendo, como todos os homens.
– Estão reencarnados? Pensei que os encontraria aqui!
– Você conviveu com eles… Não sabe que continuam na Terra?


– Não me refiro à família humana. Anseio abraçar os entes queridos de priscas eras, sobretudo a amada companheira perdida nas brumas do passado…
O mentor sorriu:
– Falou bonito, mas está equivocado, meu amigo. Sua família espiritual é aquela que lhe marcou a experiência na carne. Sua esposa é uma alma de eleição. Os filhos são antigos companheiros de jornada evolutiva. Desde remoto passado vocês vivem experiências em comum.
– Mas e os nossos problemas de relacionamento?
– Haveriam de experimentá-los mesmo que se transferissem para a esfera do Cristo. Como ensinava o Mestre, ainda há muita dureza no coração humano.
– Que devo fazer?
– Você julga-se um retardatário. Na verdade, não obstante suas limitações, está um pouco à frente do grupo familiar, ainda lento na aquisição de valores espirituais. Tem, portanto, o dever de ajudar. Foi essa a sua tarefa na última existência. Será esse o seu compromisso agora, exercitando a função de protetor espiritual junto aos seus.
E Mário Vicente, que tanto ansiara por sua família espiritual, constatou que estivera com ela durante décadas, sem se dar conta disso.
Muita água rolaria no rio do tempo, até que todos ganhassem asas, habilitando-se à convivência perfeita.

Livro "O Destino em Suas Mãos"

A CONQUISTA DA PAZ





Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra aos homens de boa vontade.
Lucas, 2:14

A paz é o tempero da Vida.
Impossível viver bem sem ela.
Felicidade? Nem pensar!
Pesa o fardo, se a perdemos!...


***

Jesus nos orienta para a conquista da paz.
Em seus fundamentos, uma única condição:
Que tenhamos boa vontade, a vontade de ser bom...
Exercitá-la é oferecer:
Amparo ao familiar...
Consolo ao aflito...
Perdão ao ofensor...
Ajuda ao necessitado...
Socorro ao doente...
Orientação ao ignorante...
Ação decidida, fazendo o melhor onde estivermos.


***

Boa vontade é o compromisso que devemos assumir com o Cristo, a fim de que a paz não seja fugidia sensação colhida em assembléias religiosas, mas uma conquista definitiva, abençoada luz em nossos caminhos, ainda que transitemos pela escuridão das misérias humanas!

A LUZ DIVINA





Chovia torrencialmente. O rio transbordava, as águas invadiam o vilarejo.



Aquele crente, que morava sozinho em confortável vivenda multiplicou, orações, pedindo a assistência do Céu.
Em dado momento, ante o avanço da enchente, foi para o telhado, confiante de que Deus o salvaria.
As águas subindo…
Passou um barco recolhendo pessoas ilhadas.
– Não é preciso. Deus me salvará!
As águas subindo…
Passou uma lancha…
– Fiquem tranqüilos! Confio em Deus.
As águas subindo…
Passou um helicóptero…
– Sem problema! Deus me protegerá.
As águas subiram mais, derrubaram a casa e o homem morreu afogado…
Diante do Criador, na vida eterna, reclamou:
– Oh! Senhor! Confiei em ti e me falhaste!
– Engano seu, meu filho! Mandei um barco, uma lancha e um helicóptero para recolhê-lo!


***

Não estamos entregues à própria sorte, como sugere o pensamento materialista de Jean Paul Sartre (1905-1980).
O Senhor não esquece ninguém. A todos estende sua mão complacente, dando-nos condições para enfrentar nossas dificuldades e dissabores.
Há um problema: raramente identificamos a ação divina. Isso porque as respostas de Deus nem sempre correspondem às nossas expectativas.
Pedimos o que desejamos.
Deus nos dá o que precisamos.
Os temporais da existência simbolizam as esfregadas da Providência Divina, ensejando mudança de rumo.
Senão, vejamos:

1. A doença respiratória…
2. O lar em desajuste…
3. A dificuldade financeira…
4. A perda do emprego…
5. O acidente automobilístico…

São situações constrangedoras que nos perturbam.
Pedimos a ajuda divina.
Deus vem em nosso auxílio, mas é preciso que nos disponhamos a tomar o barco do futuro, deixando no passado velhas tendências.
Podemos considerar, na mesma seqüência, que:

1. O tabagismo afeta os pulmões.
2. A incompreensão conturba o relacionamento afetivo.
3. A indisciplina nos gastos faz rombos nas contas
4. A displicência profissional resulta em demissão.
5. A irresponsabilidade no trânsito favorece desastres.


A Sorte Está Lançada

Conta Suetônio (69-122), que no ano 49 a.C., em plena guerra civil
romana, confrontando-se os generais Pompeu (106-48 a.C.) e Júlio César (100-44 a.C.), este postava-se
vacilante, com seu exército às margens do Rubicão, rio que separava a Itália da
Gália Cisalpina.

Em dado momento César viu um homem muito alto,
sentado próximo, pitando um pedaço de junco.

A estranha figura arrebatou a trombeta de um
soldado e, pondo-se a soprar o toque de batalha, vadeou o rio em direção à
margem oposta.

Empolgado, Júlio César anunciou:

Vamos avançar, e seguir para onde quer que os
desígnios dos deuses e as provocações dos inimigos nos chamem.

A visão daquele ser fantasmagórico que avançara
resoluto, convocando seu exército à batalha afigurou-se a César um sinal
divino.

Competia-lhe obedecer.

Resoluto, fez, em altas vozes, a proclamação
famosa:

– Alea jacta est! – a sorte está lançada!

E atravessou o Rubicão, dando início a uma guerra
que culminaria com seu triunfo sobre as tropas de Pompeu.

Alguns anos depois, após muitas lutas e muitas
mortes, orgulhoso de suas conquistas, Júlio César faria outra proclamação
famosa:

– Vim, vi e venci!

Percebe-se que ele não era exatamente um
instrumento das potestades celestes para nobres realizações. Apenas um
guerreiro ávido de conquistas.

***

A História está repleta de episódios dessa
natureza, em que interferências do mundo espiritual, tomadas à conta de
sobrenaturais ações dos deuses, estimulam determinadas realizações humanas.

Isso não significa que essas influências sejam
sempre boas.

O Espírito que apareceu à visão de Júlio César,
instigando-o a prosseguir, não era, obviamente, um representante dos poderes
espirituais que nos governam, dando apoio a suposto movimento de renovação.

Aquela campanha, somadas as anteriores e
posteriores, dizimariam centenas de milhares de romanos e de seus adversários,
semeando dores e atribulações.

***

Ontem como hoje vivemos rodeados de Espíritos.

A população desencarnada é aproximadamente três vezes
maior, espraiando-se por vários planos, no infinito.

Grande é o contingente de Espíritos que, em face
de suas limitações e tendências, jungem-se aos homens, participando de seus
interesses, interferindo em seus negócios, explorando-lhes as tendências e
viciações.

Na questão 459, de O Livro dos Espíritos, o mentor
espiritual que orienta Allan Kardec diz que eles nos influenciam mais do que
imaginamos, o que significa que freqüentemente agimos como joguetes em suas
mãos.

Sua presença raramente se faz sentir personificada
num homem que toca uma trombeta, induzindo-nos a superar o curso de nossas
vacilações, para as realizações de que cogitamos.

Mas poderá ser pressentida nos pensamentos e
impulsos que nos acometem, induzindo-os a fazer ou falar algo que nos pode ser
benéfico ou de que poderemos nos arrepender amargamente.

Não é fácil separar suas sugestões das idéias que
nos são próprias, mas podemos estabelecer o teor dessas influências a partir de
nossas motivações existenciais.

A ambição de César era conquistar o mundo.

Conta-se que certa feita, ainda jovem, teria
chorado diante de uma estátua de Alexandre, o Grande, considerando que em sua
idade o guerreiro grego já realizara aquela proeza.

Natural, portanto, que se cercasse de Espíritos
ligados à violência, que inspiravam suas iniciativas e as guerras de conquista
em que se empenhava.

 A pouca disposição em encarar nossos erros e desacertos, como causa de nossas dificuldades e problemas, neutraliza a ação divina em nosso benefício.
As crises sugerem mudanças.
Se não mudamos com elas, sempre nos sentiremos abandonados por Deus, incapazes de identificar o socorro divino.


***

A propósito vale lembrar interessante texto, que me veio ter às mãos, sem indicação do autor:

Pedi a Deus para tirar os meus vícios.
Deus disse:
– Compete a ti superá-los.

Pedi a Deus para fazer completo meu filho deficiente.
Deus disse:
– Seu Espírito é completo. O corpo é temporário.

Pedi a Deus para me dar paciência.
Deus disse:
– Paciência não é dádiva. É aprendizado.

Pedi a Deus para me dar felicidade.
Deus disse:
– Eu dou bênçãos. Felicidade depende de ti.

Pedi a Deu para me livrar da dor.
Deus disse:
– Sofrer te afasta do mundo e te aproxima de Mim.

Pedi a Deus para fazer meu espírito crescer.
Deus disse:
– Deves crescer por si próprio. Farei a poda para que dês frutos.

Pedi a Deus todas as coisas que me fariam apreciar a vida.
Deus disse:
– Eu te darei Vida para que aprecies todas as coisas.

Pedi a Deus para me ajudar a amar os outros como Ele me ama.
Deus disse:
– Ahhh! Finalmente entendeste!


Livro Abaixo a Depressão

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O SIGNIFICADO DO FEITIÇO, BRUXARIA OU MAGIA NEGRA

O SIGNIFICADO DO FEITIÇO, BRUXARIA OU MAGIA NEGRA
Feitiço, sortilégio, bruxaria e enfeitiçamento significam operação de “magia negra” destinada a prejudicar alguém.
Antigamente, a palavra feitiço ou sortilégio expressava tão-somente a operação de encantamento, ou no sentido benéfico de “acumular forças” em objetos, aves, animais e seres humanos. Daí, o feitiço significar, outrora, a confecção de amuletos, talismãs, escapulários e orações de “corpo fechado”, cuja finalidade precípua era proteger o indivíduo.
O encantamento ou enfeitiçamento de objetos ou seres sempre implicava a presença de um mago, porque era processo vinculado à velha magia. O homem logo percebeu nessa acumulação de forças e dinamização do éter físico de objetos ou seres vivos, uma oportunidade para tirar proveito a seu favor. Logo surgiram os filtros mágicos e as beberagens misteriosas, para favorecer amores e casamentos, enquanto se faziam amuletos com irradiações nocivas, com finalidades vingativas. A palavra feitiço, que definia a arte de “encantar” a serviço do bem, então passou a indicar um processo destrutivo ou de magia negra !
O feitiço é o processo de convocar forças do mundo oculto para energizar objetos, que depois irradiam energias maléficas em direção às pessoas visadas pelos feiticeiros.
O fenômeno é perfeitamente lógico e positivo, porque toda a ação enfeitiçante é ativada no campo das energias livres, em correspondência com as energias integradas nas coisas, objetos e seres. O trabalho mais importante dos feiticeiros ou magos consiste em inverter os pólos dessas forças, empregando-as num sentido agressivo e demolidor, conforme acontece com as próprias energias da natureza descobertas pelos homens. Ref. (01) Página 29
02 - A AÇÃO DA MAGIA SOBRE AS PESSOAS
A ação maléfica se exerce principalmente naquele que foi objetivado para sofrer a carga do fluido depressivo. No entanto, como as “auras viscosas” dos objetos enfeitiçados podem fortalecer-se através dos próprios desequilíbrios psíquicos das criaturas humanas, que se encontram no raio de ação do feitiço, mesmo as que não foram visadas pela bruxaria poderão sofrer seus efeitos no astral enfermo.
Há casos em que o impacto enfeitiçante ao incidir sobre a pessoa de aura invulnerável ou imunizada pela própria graduação espiritual superior, então refrata, podendo atingir outro familiar menos protegido. ( Ramatis explica-nos que qualquer pessoa pode ser enfeitiçada, mesmo quando não é visada diretamente pelo feiticeiro. No entanto, a sua defesa depende exclusivamente de sua maior ou menor evangelização ! ).
O enfeitiçamento tanto provoca doença psíquica na alma humana, por agir nos centros de forças do comando perispiritual, como atrai nuvens de bactérias nocivas, que penetram na circulação fisiológica da criatura.
Os objetos ou seres transformados em fixadores de fluidos nefastos são os agentes do enfeitiçamento, à guisa de projetores de detritos fluídicos a sujarem a aura perispiritual da vítima. Criam em torno do enfeitiçado um campo vibratório de fluidos inferiores, o qual, então, dificulta a receptividade intuitiva de instruções e recursos socorristas a serem transmitidos pelos guias ou conhecidos “anjos-de-guarda”, que operam em faixa mais sutil.
O esforço principal do feiticeiro é isolar a vítima desse auxílio psíquico, deixando-a desamparada na esfera da inspiração superior e entregue apenas a sugestões malévolas que lhe desorientam a atividade financeira, provocam perturbações emotivas, condições pessimistas e conflitos domésticos. Assim, os prejuízos da vítima no campo material, aliam-se aos distúrbios doentios no campo psíquico sob o comando exclusivo das almas perversas do mundo invisível.
Pouco importa se a pessoa merece ou não merece o impacto de feitiço, mas a sua segurança e defesa dependem exatamente de sua maior ou menor integração ao Evangelho do Cristo ! É o estado de “cristificação” proveniente da vivência incondicional dos ensinamentos evangélicos, que realmente desintegra toda e qualquer carga maléfica projetada sobre o homem ! Sem dúvida, são tão poucas as pessoas que já usufruem essa condição superior, que o processo de enfeitiçamento ainda produz efeitos maléficos em quase todas as criaturas. Ref. (01) Páginas 37 / 38
  
03 - OS MESTRES SATÂNICOS DESENCARNADOS
Os mestres satânicos são exímios no conhecimento de vibração, polaridade, ritmo, transmutação e causalidade do fenômeno “energia e matéria” ! E os quimbandeiros da Terra, então cedem o seu cetro ao comando diabólico desencarnado, passando a trabalhar sob o regime de escravidão e cumprindo fielmente as ordens malfeitoras ! Ante a covardia dos homens, que temem enfrentar os seus desafetos no campo raso da vida física, o serviço de enfeitiçamento aumenta e moderniza-se, porque os feiticeiros modernos se ajustam, cada vez mais, à terminologia científica de ondas, raios, elétrons, átomos, frequências, oscilações magnéticas, eletricidade biológica, eletronismo e ionização. Os bruxos encarnados transformam-se em agentes representativos da verdadeira indústria de bruxaria sediada no astral inferior, a qual exerce a sua vasta atividade nas regiões limítrofes do planeta. As confrarias negras do Além ampliam a capacidade de ação, pois fundam novas filiais tenebrosas entre os próprios encarnados, graças ao adensamento do éter físico em torno do orbe, o qual é alimentado pela corrupção e a sangueira da própria humanidade.
Deste modo, os espíritos malfeitores podem atender à multiplicidade de “pedidos” e “contratos” dos clientes encarnados, que desejam afastar o próximo do seu caminho, ou vingarem-se dos seus desafetos, concorrentes e venturosos. Aqui, o cidadão comodista convoca o feitiço para expulsar certa família do apartamento que lhe foi prometido; ali, a noiva ou o noivo que rompeu o compromisso matrimonial, há de sofrer no leito o embruxamento requerido pela outra parte frustrada; acolá, o feitiço é feito até para se vingar do vizinho, que não prende a cabra daninha ! Ref. (01) Página 31
04 - MOMENTOS DE ANGELITUDE E ANIMALIDADE
PERGUNTA: ”Momentos de animalidade” e “momentos de angelitude”, identificam as condições defensivas da aura humana. Podeis dizer-nos algo a respeito?
RAMATIS: A impaciência, ira, inveja, intolerância, maledicência, o ciúme, despeito, orgulho, ódio, egoísmo, amor-próprio e demais pecados semelhantes, geram substância mental perniciosa e de ruim qualidade. Então, as criaturas vivem “momentos de animalidade” pois dominam no seu perispírito as energias inferiores, que além de causarem um abaixamento vibratório no campo de defesa electromagnético, tornam-se uma fonte de atração para fluidos semelhantes. Em tal caso, as cargas enfeitiçantes agem à vontade e alimentadas pela própria lei de que “os semelhantes atraem os semelhantes”! Mas, nos “momentos angélicos”, o homem só vive emoções e sentimentos superiores como o amor, altruísmo, a renúncia, bondade, tolerância, humildade, alegria e confiança, confeccionando forte couraça de substância mental protetora, que rechaça os impactos malévolos do enfeitiçamento.
A mesma lei vibratória, que impede os raios do Sol de se fixarem no vaso de lodo, também evita que os pensamentos sublimes se infiltrem nas auras sujas, viscosas, densas e alimentadas pelo magnetismo primário dos homens animalizados. No entanto, assim como o lodo nauseante não pode obscurecer o Sol, porque o astro-rei vibra em frequência mais elevada, os fluidos daninhos de baixa vibração também não podem afetar a aura refulgente dos espíritos excelsos. Ref. (01) Página 131
05 - O ENFEITIÇAMENTO MENTAL E VERBAL E O PODER DO PENSAMENTO
PERGUNTA: Qual é a diferença entre o feitiço verbal e o feitiço mental?
RAMATIS: Sem dúvida , quer seja feitiço verbal ou mental, o pensamento é sempre o elemento fundamental dessa prática maléfica, pois não existem palavras sem pensamentos e sem idéias. Quando o homem fala, ele mobiliza energia mental sobre o sistema nervoso, para então acionar o aparelho de fonação e expressar em palavras as idéias germinadas na mente. E o feitiço mental ainda pode ser mais daninho do que através da palavra, pois é elaborado demorada e friamente sob o calculismo da consciência desperta, em vez de produto emotivo do instinto incontrolável. O enfeitiçamento verbal produzido pela maldição ou pela praga, pode gerar-se num arrebatamento de cólera, contrariedade ou desforra de natureza mais emotiva ou explosiva, produzindo mais fumaça do que ruínas ! Faltando-lhe a premeditação, que confirma o impacto ofensivo, também pode ser menos prejudicial.
PERGUNTA: Quais são os motivos que tornam o feitiço mental mais ofensivo do que o enfeitiçamento verbal?
RAMATIS: O feitiço mental, quase sempre, é fruto do ciúme, do amor-próprio, da frustração, vingança e humilhação, pois germina e cresce no silêncio enfermiço da alma e sob a consciência desperta do seu autor. O feitiço mental pode ser mais grave do que o feitiço verbal, porque fecunda-se na covardia silenciosa e ignorada do mundo profano. Quem amaldiçoa ou roga pragas, assume em público a responsabilidade de sua desforra intempestiva. Mas o que enfeitiça pela mente, resguarda-se no anonimato hipócrita e ainda continua a gozar de bom conceito público. Ref. (01) Páginas 59 / 60

































consumo do álcool na Umbanda

 

Considerações sobre fundamento e consumo do álcool na Umbanda

                     O
ato de beber ou oferecer bebida, com freqüência faz parte de ritos e
pode-se associar também a idéia de filtro, com caráter positivo, bom ou
mau. O álcool realiza a síntese da água e do fogo. O álcool simboliza a
energia vital que deriva da união de dois elementos contrários, água e o
fogo.  A aguardente símbolo do
fogo da vida, é também de inspiração criadora, não apenas estimula as
possibilidades espirituais como também as cria, quando usados com
seriedade, respeito e moderação.
                     A
bebida é utilizada discretamente em vários cultos, haja visto na
religião católica onde o vinho trás a simbologia do sangue de Cristo.
Nos trabalhos de Umbanda são utilizadas diversas bebidas, tanto para os
rituais como para as oferendas aos guias e Orixás, como por exemplo, a
cerveja  branca relacionada ao
Orixá Ogum, a champagne branca relacionada ao Orixá Iemanjá, a cerveja
preta relacionada aos pretos velhos e etc,... Costuma-se também oferendar
a linha de esquerda com Pinga ou marafo, na abertura dos trabalhos
mediúnicos, bem como essas linhas utilizam-se muitas vezes de pinga como
elemento. Para abrir um espaço mágico onde atraem as entidades
desejadas.

                     Ou seja:  O
Oti (cerveja) pode ser utilizada pelo médium incorporado,... seguindo
os fundamentos da Umbanda, onde se utiliza da energia (água, cevada e
espuma) para ativar vibracionalmente uma energia salutar utilizada pela
entidade no momento em que esta atuando incorporado (com consumo
moderadíssimo).  O marafo (aguardente) também possui um caráter parecido para atuação,..MAS AO CONTRÁRIO do Oti não necessita e nem deve ser consumido, ingerido pelo médium incorporado, mesmo sendo este na gira de Guardiões (exus).
Neste caso, o marafo deve ser oferendado num copo ou taça, em lugar
próprio para que os nossos ilustres Guardiões façam o uso dela, sem
colocar em risco a integridade do médium, visto que este tipo de bebida
possui alto teor alcoólico assim como as demais bebidas destiladas!!!!!
                     O
Umbandista deve zelar pelo respeito, no uso deste arsenal de Umbanda,
não permitindo jamais sua utilização com desmandos muitas vezes
provenientes do próprio médium que nunca deverá ficar alcoolozado.
                    Atribuo
os fatos pela falta de conhecimento que acercam as pessoas que ignoram,
desconhecendo o encantador e também perigoso lado do invisível, ou
seja, o imenso universo espiritual.
                   
Efeitos do álcool no médium:

                   Todos
nós temos um potencial mediúnico latente quando encarnamos que é
respeitada a escolha, através do nosso livre arbítrio tão generosamente
concedido pelo nosso Pai Criador. Esse potencial mediúnico tem
diferentes graus em cada pessoa, dependendo da necessidade, missão,
karmas e propósitos que acercam o indivíduo na hora do reencarne.
                   Em
qualquer religião ou mesmo quando não seguimos a nenhuma, continuamos a
ter a mediunidade, querendo ou não, visto que temos um diferencial na
região central do cérebro, mas precisamente na glândula pineal,
cientificamente comprovada, que nos ligam ao universo espiritual. Essa
ligação existe e pode tornar-se evidente em qualquer idade, levando ao
que chamamos de maturidade mediúnica.
                   
                  Muitas
vezes um alcoólatra é uma pessoa que pode estar com a mediunidade
“madura”. Está fisicamente falando, apto a trabalhar com a
espiritualidade.
                  Só
que infelizmente, mesmo ele tendo protetores espirituais e até mesmo
tendo Anjo da Guarda para auxiliá-lo, ... torna-se relapso em termos de
disciplina, conhecimento, e vigilância!! Jesus nos ensinou Orai e Vigiai!!  Isso
se aplica principalmente aos médiuns, que devem buscar o conhecimento,
ter conduta ilibada e retidão moral,... Devemos associar tudo isso a
pensamentos elevados e salutares e a constante vigilância dos atos e de
todos pensamentos nossos perante as adversidades da vida!!!  Isso
não nos leva a santidade, mas nos direciona a uma reforma íntima que é o
ponto chave (principal) existente em cada ser que habita a Terra.

                                                 

                  Quando
não temos o conhecimento, ou não nos importamos com ele, ou ao menos
encontramos uma ajuda correta, temos a ocorrência exata de distúrbios
psíquicos associados ao consumo do álcool.
                  Infelizmente,
estas associações levam ao indivíduo a estar sendo vítima, presa e alvo
de espíritos inferiores que estão por vampirizá-lo, expondo-o a
perigos, vexatórios e a uma constante perda de energia espiritual e
física.


Nenhum
espírito elevado, sujeita ou obriga ao médium beber teores alcoólicos e
não necessitam de embriagar o médium para poder trabalhar.
Nenhum
protetor espiritual, trabalha incorporado ingerindo bebidas destiladas,
nem tão pouco, em hipótese nenhuma faz a incorporação e atendimento
dentro da casa do médium.
                Isto
é assim porque, o álcool leva qualquer pessoa, por mais acostumada que
seja, a ter uma alteração cerebral, uma euforia passageira, ou até mesmo
a um estado de embriagues, que faz com que ocorra uma diminuição do
equilíbrio e lucidez, levando facilmente a pessoa a um estado de
inconsciência. Este estado de
inconsciência é oportuno a espiritualidade inferior que capita as
energias e ondas mentais do encarnado, tendo uma enorme facilidade do
que chamamos de incorporação.
                Esses espíritos mistificam, passando-se por entidades da mesa branca e da Umbanda, perturbando,  divertindo-se
com a situação (isso porque chega-se ao ponto de até eles mesmo acharem
que são as determinadas entidades), causando sofrimento na vida do
médium e dos que o cercam.

OBS: Quanto aos trabalhos feitos na casa, não são permitidos em hipótese nenhuma,
porque todo trabalho espiritual requer um aparato enorme em
preparativos, tanto pelo lado material como pelo lado espiritual, visto
que temos que ter os “soldados” Guardiões para fazer a segurança, o
corpo hierárquico espiritual comandando o atendimento, porque em se
tratando do invisível, temos uma população muito maior de necessitados,
perturbadores, trevosos e sofredores, sendo organizados para receberem
ajuda ou até mesmo em alguns casos, para serem aprisionados e levados
para outra dimensão, tamanho o estado de primitivo e disforme que se
encontra o espírito das trevas. Se não houver todo  esse cuidado, todos da casa estão correndo risco de ataque e a permanência desses espíritos de vibração inferior.
                                                                                                 Texto: Jabonã Ana.

 
O
alcoolismo ainda constitui um dos grandes flagelos que assolam a
Humanidade, desequilibrando as normas da vida, provocando tragédias
contínuas e contínuos desassossegos e enchendo os manicômios com uma
percentagem aterradora.

Se,
para a Humanidade, ele constitui esse mal avassalador, penetrando em
todas as camadas e nela deixando a sua marca de tragédia com
conseqüentes desesperos e lágrimas, para a ciência humana, constitui,
também, um mal que não tem encontrado barreiras no seu ímpeto assolador
e, pior do que isso – não tem permitido que se lhe anteponha uma
terapêutica criteriosa, capaz se não de anular os seus efeitos, pelo
menos, atenuar os seus males.

Ainda
uma vez, a ciência dos homens entra com o seu contingente de culpa,
deixando as células e os neurônios intoxicados sem possibilidade para um
tratamento eficiente.

O
materialismo da ciência humana continua sendo mesmo neste setor –
vícios – o precipício à borda do qual pára, com os seus apetrechos,
temerosa de sondar a voragem onde suas vistas não penetram, e através de
cujas trevas não vislumbra um raio de luz ou um raio de esperança...

ALCOOLISMO
– espectro horrendo que paira sobre os lares e as sociedades para deles
arrancar, com as garras aduncas, os filhos, os esposos, os noivos,
fazendo com que venham participar da sua cruzada imensa que segue para o
país da desgraça, por entre lamentações lúgubres, levando pela estrada
do desespero, os despojos da alegria e da felicidade...

E
a ciência dos homens, incapaz de um auxílio direto, continua
presenciando esse cortejo lúgubre, condoída e desesperada por não
encontrar um recurso capaz de deter essa marcha ou atenuar as
lamentações que se tornam mais sentidas e mais plangentes, quanto maior o
número daqueles que reforçam as fileiras dos infelizes...

Materialidade! Materialidade!

 

A NECESSIDADE DO PERDÃO

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