ABRA SUA MENTE



Fecha teus olhos,abre tua mente e teu coração para a Verdade ...,porque

Ela pode ser invisível aos olhos humanos.Mas não aos olhos da sua consciência







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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

PROPRIEDADES TEURAPÊUTICAS DAS ÀGUAS

 


Denominam-se águas minerais aquelas que, provenientes de fontes naturais ou artificiais, possuem características químicas, físicas e físico-químicas que as distinguem das águas comuns e que, por esta razão, lhes conferem propriedades terapêuticas. Esta conceituação é a mais aceita, embora existam outras definições baseadas em tipos de águas minerais que não se enquadrem completamente no critério acima.
Em 1972, em Viena, a FAO - Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e a OMS - Organização Mundial de Saúde promoveram um conclave de vários países visando um Código Mundial de Águas Minerais, onde o ponto de maior controvérsia foi exatamente o conceito de propriedades favoráveis à saúde, não se havendo chegado a um acordo nessa questão.
Para a escola francesa, por exemplo, água mineral é qualquer água de fonte dotada de propriedades terapêuticas, mesmo que não possua as citadas características químicas, físicas e físico-químicas distintas das águas comuns, fenômeno muitas vezes observado e confirmado por provas clínicas. Tal evidência é atribuída por hidroquímicos a concentrações infinitesimais (ppb= partes por bilhão) de elementos ou substâncias químicas, responsáveis por suas propriedades medicinais. Esses tipos de águas estão enquadrados numa classificação especial, para a qual foi adotado o prefixo oligo. Em alguns países, são chamadas águas oligometálicas. No Brasil são conhecidas como oligominerais.
O Código de Águas Minerais do Brasil define as águas minerais como:
Águas provenientes de fontes naturais ou artificiais captadas, que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que lhes confiram uma ação medicamentosa.
São ainda definidos no Código os padrões físicos e físicos-químicos e as concentrações químicas mínimas para o enquadramento dessas águas como minerais. Para o caso das águas oligominerais, a ação medicamentosa deverá ser constatada e aprovada pela Comissão Permanente de Crenologia, vinvulada ao DNPM - Departamento Nacional de Produção Mineral. Crenologia é a ciência que estuda a utilização da água mineral natural para fins medicinais.


Propriedades Terapêuticas

>Ácida = Normaliza o ph da pela.

> Alcalina = Diminui a acidez do estômago e hidrata a pele.

> Bicarbonatada sódica = Trata gastrite, úlcera,
hepatite e diabetes.

> Cálcica = Age contra reumatismo e colite.

> Carbogasosa = Digestiva, combate a Hipertensão arterial e cálculos renais e biliares.

> Carbônica = É hidratante e moderadora de apetite.

> Ferruginosa = Trata anemia e alergias.

> Fluoretada = É digestiva e diurética.

> Magnesiana = Controla problemas de Intestino e de fígado.

> Radioativa = Diminui a pressão sangüínea e é estimulante sexual.

> Sulfatada = É anti-inflamatória.

A.D.

UMA LIGEIRA POSTAGEM SOBRE OGÃS

 

Os Servos Sagrados - Ogãs e Cambonos (as) Ekédis (Nos Candomblés)
Dentro do ritual do santo, existem funções (cargo) que são fundamentais para o bom andamento das funções do santo; Ogãs e Cambonos (as) (dentro da Umbanda) Ekédis (Nos Candomblés).
São considerados pelo próprio santo como servos sagrados, tendo a função de observar os trabalhos enquanto o Zelador (Pai no santo) ou Zeladora ( Mãe no Santo) encontra-se incorporado por uma das entidades chefes da casa.
Abaixo falaremos um pouco dessas duas funções, cuja a importância é necessária e em algumas situações são eles que impedem problemas dentro da casa do santo.
 
O G Ã S
São eles que têm como uma das principais funções o toque dos atabaques (Rum o maior Rompi o médio e Lé o pequeno) para a chegada das entidades a casa de santo.
Na Umbanda os Ogãs são naturalmente e normalmente os tocadores de atabaques, os Ogãs, mesmo os de Umbanda, normalmente não são rodantes, embora isso possa ocorrer, neste caso, deveriam não ser considerados Ogãs, e sim alguém que estaria ajudando na casa tocando o atabaque enquanto aprende e desenvolve sua mediunidade. De qualquer forma, é preocupante, o atabaque faz a chamada das entidades, e se o Ogã manifesta-se com sua mediunidade, poderá haver quebra de concentração e uma quebra fluídica. Isso ocasionará transtornos e mal estar nos médiuns.
Há um tempo atrás, era uma regra geral que atabaques fossem instrumentos consagrados unicamente ao Ogã do sexo masculino, hoje esta regra vem sendo quebrada em casas menos tradicionais.
São eles que são os detentores dos toques e cantigas específicas para cada situação característica, sendo a função do Ogã imprescindível, por exemplo, numa sessão de descarrego. Não possuem dentro do santo o Pai no Santo ou a Mãe no Santo. Dentro da casa são filhos diretos de alguma entidade chefe. O ritual do Ogã começa com a suspensão dentro da casa de santo, ritual cuja alguma entidade do Pai ou Mãe no Santo o suspende, e o apresenta a todos como Ogã e futuro filho dentro do Axé.
Esse Ogã passa a ser respeitado dentro da casa de santo, por ter sido confirmado e fica prometida a futura obrigação para feitura. A obrigação do Ogã passa a ser questão de alguns meses.
Tem voz ativa dentro da casa do axé, podendo em certas situações designar obrigações e ordenar funções.
Existem os Ogãs Alabês (cuja função principal é cantar e tocar) e os Ogãs Axoguns (cuja função seria além de um Alabê, aquele que tem a mão de Obé, ou seja, tem a mão de faca, podendo cortar para os Orixás da casa isso é se a casa fizer sacrifício de animais. Em algumas linhas existe também o Ogã com mão de Ofá (podendo colher somente ele, ervas sagradas).
O Ogã não é simplesmente um tocador de atabaques e um cantador de pontos, são homens cuja a função é também deter segredos e rituais cujo conhecimento só é revelado para o Pai no Santo ou Mãe no Santo e para o Ogã.


Cambonos (as) na Umbanda Ekédis no Candomblé


Os Cambonos (as), a principais características desses filhos, notadamente é que não se manifestam com Orixás ou Entidades Espirituais, não são rodantes. Na Umbanda, os cambonos cabem no auxilio as entidades e consulentes responsáveis por escrever as receitas que as entidades passam para os consulentes e atender o que a entidade precisa naquele momento desde as bebidas, fumos, velas e outro material que precisa no momento. Há uma característica muito comum na Umbanda, que é iniciarem as pessoas aos trabalhos como cambonos, a maioria dos filhos, mesmo os que têm a capacidade de incorporação. Enquanto, a mediunidade vai se desenvolvendo eles ajudam os mais velhos que já tem a mediunidade desenvolvida, esse trabalho de ajuda, não cessa por completo com o desenvolvimento. Na Umbanda, quando não incorporados todos procuram ajudar os demais aos mais novos inclusive.
Em geral a função Ekédis (no Candomblé) é pertencente às mulheres, cuja função é de suma importância, sendo elas as ordenanças da casa do santo, escutam o recado e transmitem as ordens.
Diferentes dos ogãs não são suspensas e são verdadeiramente filhas do Pai ou da Mãe no Santo. Em geral são as tradutoras da linguagem usada pelo santo. São quase sempre responsáveis por zelar pelos Axés dentro da casa. São detentoras, como os Ogãs, de segredos necessários para a manutenção das energias (Axés) dentro da casa de santo.
O respeito aos Cambonos (as), Ekédis é uma característica bem marcante, sendo elas bem respeitadas e algumas vezes até autoritárias (às vezes é necessário pela função que ocupam).
Quando necessário, tem a permissão do santo para atuarem como Ogãs, podendo tocar e cantar.
Em muitas casas de santo, são elas as cozinheiras do Axé; acabam sendo as responsáveis pela comida do santo e em algumas vezes atuando como mães criadeiras, permanecendo junto com os Filhos (Iaôs ou Abiâs) durante o processo de feitura ou Boris (deitada do filho no santo para sua obrigação de cabeça).
Como os Ogãs são importantes no que se diz a respeito aos ebós (limpeza espiritual dos filhos), sendo algumas vezes mais necessárias que os próprios Ogãs.

BATISMO NA UMBANDA

 

O QUE É O BATISMO?
O Batismo é um rito de passagem, feito normalmente com água sobre o iniciado através da imersão, efusão ou aspersão. Este rito de iniciação está presentes em vários grupos, religiosos.
É o principal sacramento na Umbanda e em muitas outras religiões. Sacralizar é atribuir caráter sagrado a algo ou a alguém. Atualmente, pouca importância se dá às cerimônias, mas existe um fundamento divino, uma correspondência astral amparadora, por trás de cada sacramento. Cada cerimônia, se praticada com o devido respeito, é extremamente benéfica. Os Sacramentos na Umbanda são cerimônias eficazes, realizadas durante um culto religioso, para a proteção divina dos fiéis. São sinais sensíveis, instituídos para nos dar a graça santificante de Deus, nosso Divino Pai Olorum. O batismo é uma cerimônia indispensável, para que a pessoa tenha uma vida religiosa plena. Com o batismo, o (a) dirigente faz a apresentação do fiel à Divindade, para que o espírito sintonize melhor a proteção do orixá e suas vibrações. Em todas as cerimônias no Templo, devemos permanecer sérios, compenetrados, sem brincadeiras, solenes e reverentes, tendo consciência de que Babalorixás e Ialorixás consagrados têm o poder, perante os orixás, para realizar esses atos, ou o guia chefe da casa. Cada Sacramento é um ato de fé, é revestir a cerimônia com a vibração do (a) dirigente, com a sua convicção e religiosidade, marcando esses momentos únicos na vida das pessoas, no seio de sua comunidade religiosa. Sugerimos que as pessoas a serem batizadas, maiores de dez anos, pois já tem noção da religião sendo assim tenham iniciação na Doutrina e na vivência dos Rituais de Umbanda, para que coloquem em prática, o mais cedo possível, as virtudes fundamentais para seu crescimento espiritual.
Batismo de Criança




O batismo é o ato divino que reveste o espírito e o mental da criança com uma aura protetora semelhante à proteção divina que o espírito recebe ao reencarnar. O sacramento do batismo existe desde a antiguidade e, praticamente, em quase todas as religiões. Deve ser feito, preferencialmente, nos sete primeiros meses de vida da criança, mas poderá ser realizado para crianças até dez anos de idade ou para qualquer pessoa, não importa a idade. Após a infância, faz-se a conversão do fiel, com o batismo e a imantação na nova religião, que passa a amoldar sutilmente o espírito nas suas irradiações. O batismo é o sinal de entrada na religião, no Templo, onde o batizando se torna filho de Olorum (Deus) e seguidor de Pai Oxalá, passando a fazer parte de seu "exército branco". Ele é o primeiro e mais importante dos sacramentos, pois é a porta de entrada para o recebimento das bênçãos divinas e dos demais sacramentos. Pelo batismo, a pessoa é incorporada ao Templo de Umbanda e constituída como um novo irmão, passando a ter os direitos e deveres próprios da religião. Por isso, é conveniente que a preparação e a celebração do batismo ocorra na comunidade religiosa freqüentada pelos pais, no caso de crianças, ou pelos amigos e parentes, no caso de adultos. Isso facilitará a integração do novo membro. Em caso de um dos pais ser de religião diferente, esta deverá ser respeitada, tanto quanto a Umbanda.
SIGNIFICADO Segundo o Dicionário Aurélio, o termo batismo vem do grego, baptismós, que significa mergulhar. Em latim, baptismu. É um sacramento religioso onde através da imersão, da ablução ou simplesmente da aspersão de água significa um renascer espiritual, com purificação de todas as culpas e pecados.

ORIGEM A origem deste sacramento é tão antiga quanto a humanidade. Cada povo de uma forma ou de outra, sempre teve seu ritual iniciático.
Todos conhecemos a passagem do batismo de Jesus por João Batista. Ali o batismo foi feito por imersão.
As Igrejas Evangélicas e Protestantes praticam até hoje esta forma de batismo. Já na Igreja Católica, a forma comumente usada é de aspersão, ou seja, a água é jogada sobre a cabeça da pessoa a ser batizada.








O BATISMO NA UMBANDA Como em tantas outras religiões, também a Umbanda possui este ritual.
Sendo uma religião cristã, estando acima de todos nós o nosso Mestre Jesus, Oxalá, Nosso Médium Supremo, o batismo na Umbanda é realizado para consagrar os filhos adeptos, como forma de protegê-los contra o mal e contra a negatividade.
Nesta religião, tanto é usada a forma de aspersão (normalmente quando é realizado dentro dos terreiros) como também de imersão (nos rituais de cachoeira).
Como na Igreja Católica, os filhos indicam padrinhos para orientá-los no caminho da espiritualidade, na Umbanda, tais padrinhos podem ser guias ou orixás, os quais serão devidamente representados por seus médiuns na hora da consagração.








LOCAIS PARA A PRÁTICA DO BATISMO
O ritual pode ser praticado dentro do próprio terreiro como também na cachoeira, local de maior vibração de Mãe Oxum, mãe e protetora de todos os filhos de Umbanda e senhora das águas doces.
Em alguns terreiros, por orientação do Chefe da Casa, o batismo pode também ocorrer na praia.


 










FUNDAMENTO DO BATISMO
Independentemente da religião é importante entendermos que o ritual fundamenta-se na limpeza áurica e na ativação dos chakras.
A água tem o simbolismo da limpeza, da purificação, jogada ou aspergida normalmente na cabeça, na altura do chakra coronário, simboliza a limpeza deste chakra e sua ativação, promovendo uma unificação com as forças espirituais superiores (lembre-se que nas Igrejas Católica e Evangélica fala-se em batismo pelo Espírito Santo). Na Umbanda, além de ativarmos a ligação do chakra coronário com a força de Oxalá (Jesus), promovendo então, não só a limpeza espiritual como o fortalecimento e o equilíbrio das energias cósmicas com a energia terrena. Por isso que, em geral, o batismo é realizado com água doce (água da cachoeira).
Há ainda o cruzamento de pemba, onde os chakras ligados à espiritualidade são cruzados, simbolizando o fechamento destes às forças negativas, ativando-os tão somente para a entrada de energias positivas e benéficas e a consagração com vinho tinto de mesa suave representando o sangue de N. S. Jesus Cristo, e o sal bento representando as duras e amargas lutas do filho, mais que acima de tudo o filho estará protegido e consagrado para lutar e vencer seus abstáculos.
Como em todos os rituais de Umbanda, a cerimônia é permeada por pontos de louvação específicos para o ritual.
No mais, cada chefe de terreiro dará suas instruções para o ritual, pois que este depende ainda da linha e da falange que comanda a casa umbandista e sua forma de trabalho.



Batismo de Médium
O batismo é um acolhimento dos filhos de fé. É um sacramento indispensável para a pessoa ter vida religiosa plena. É uma iniciação. Cada religião tem uma hierarquia divina: anjos, arcanjos, querubins, devas... Na Umbanda temos a hierarquia dos Orixás. O batismo é, portanto, uma apresentação às divindades da Umbanda, para que enviem as suas vibrações ao espírito encarnado e assim ele passe a receber a proteção dos Orixás. O espírito e o mental do batizando passam a ser amoldados sutilmente na nova vida, na nova religião, revestidos com uma aura protetora divina.







Como Usar a vela do Batismo:
Aos médiuns Quando for necessário acender a vela e levar ate seu chakra frontal permanecer por cinco minutos e mentalizar a problema e pedir solução, feito isso apagar a vela sem soprar apagar com os dedos e guardar.
As crianças postar sobre a cabeça da criança e, de preferência, às suas costas. Se houver algum problema de causa desconhecida com a criança, acender a vela e elevá-la sobre a sua cabeça. O campo imantador da própria criança começará a se abrir e a criar a proteção e a limpeza necessária.
Os Padrinhos e Madrinhas
Orientação aos padrinhos e aos pais
Ser padrinho é assumir perante Pai Olorum e Pai Oxalá o compromisso de segundo pai e segunda mãe, prometendo cuidar de seu (sua) afilhado (a) sempre que necessário.
A vela batismal será levada para casa e guardada pela mãe. Essa vela é símbolo da Luz Divina e deve ser acesa (apenas quando necessário).
Os Padrinhos Espirituais - Orixás- assumem o amparo divino do afilhado, juntamente com o Orixá de frente e o Orixá juntó.
Os Padrinhos Encarnados - assumem a responsabilidade de serem orientadores do (a) afilhado (a) na Umbanda juntamente com o Babalorixá ou Ialorixá.

AS 10 VERDADES QUE VOCÊ DEVERÁ REFLETIR

Conheçam nesse artigo, as 10 verdades que algumas pessoas consideram cruéis até, mas que nos torna bem mais fortes e preparados para encarar os desafios que a vida nos impõe:
01 -  A única pessoa que pode realmente te fazer feliz é você.
A essência da sua felicidade vem de seu relacionamento com você mesmo. Claro que entidades externas podem ter efeitos no seu estado de espírito, mas no longo prazo, nada importa mais do que como você se sente sobre quem você é por dentro.
02 -  Você simplesmente não pode mudar o passado.
Como Chico Xavier disse certa vez: "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode começar hoje e fazer um novo final." Você não pode mudar o que aconteceu, mas você pode mudar como você reage a isso, comece hoje e faça um novo final.
03 -  Sempre haverá alguém vai ter mais do que você tem.
Seja dinheiro, amigos ou qualquer outra coisa nessa vida, sempre existirá alguém que tenha mais do que você. Mas lembre-se, não é quanto você tem, trata-se do quanto você gosta do que tem.
04 -  Você nem sempre conseguirá o que quer.
Como Mick Jagger disse: "Você nem sempre consegue o que quer, mas se tentar, algumas vezes você encontra o que você precisa." Olhe ao seu redor. Aprecie as coisas que você tem agora. Muitas pessoas não têm tanta sorte não seja egoísta.
05 -  Tudo que vai, volta.
Na vida é assim, aposto que você já ouviu aquele ditado popular que diz: “Você colhe aquilo que você planta.” Pois é exatamente assim que a vida é, você dá e recebe, se você quer ter muitos amigos, seja mais amigável, se você quer uma carreira de sucesso, dedique-se de forma verdadeira, acredite ou não as coisas são simples assim.
06 -  Você nunca se sentirá 100% pronto para algo novo.
Ninguém sente-se 100% pronto quando surge uma oportunidade para fazer algo novo. Com o surgimento de grandes oportunidades na vida você naturalmente se sentirá compelido a agir e isso vai te fazer se desenvolver na vida.
07 -  A vida não é fácil e nunca será.
O trabalho é que faz a sorte das pessoas, o trabalho é o material necessário para tornar seus sonhos uma realidade, então comece o dia pronto para correr ainda mais do que ontem, lutar mais do que lutou antes. 
08 -  O amanhã pode nunca chegar.
Você pode estar nesse momento planejando algo para amanhã sem perceber que vai morrer hoje. Isso sim é triste, mas também é real e você sabe disso. Então aproveite o hoje, gaste seu tempo com algo que realmente valha à pena. 
09 -  Você vai fracassar algumas vezes.
Quanto antes você aceitar isso, mais rápido você poderá usar isso a seu favor. Você nunca terá 100% de certeza de que irá funcionar, você pode tentar e errar ou pode não tentar.  Em todo caso ou você tem sucesso ou você aprende uma lição na vida.
10 -  Existem coisas que você não pode controlar.
Pare de desperdiçar seu tempo e energia sobre as coisas que estão além de seu controle, pois isso é a formula da insatisfação, frustração e fracasso contínuo. Invista sua energia em coisas que você pode controlar.

OS ATABAQUES

 

  

A história do atabaque

Em nossas giras de Umbanda, é muito comum se ter presente o atabaque, um instrumento lendário e de origem afro. Esse instrumento dá ritmo e axé aos cultos, possibilitando uma melhor incorporação e dando maior energia aos trabalhos.
O atabaque é um instrumento Sagrado, Consagrado e Firmado por Orixás e Guias e tem uma força poderosa, que em uma gira faz toda a diferença. Para aprendermos um pouco mais sobre o atabaque e seus fundamentos, trago algumas informações interessantes sobre o mesmo, relacionado aos cultos afro religiosos, dentre eles, Umbanda e Candomblé.
Segundo a Wikipédia, “O Atabaque de Origem Africana, hoje muito utilizado nos cultos aos orixás, de religiões também de origem afro, “E na verdade o caminho e a ligação entre o homem e seus orixás, os toques são o código de acesso e a chave para o mundo espiritual. 

Há três tipos de atabaque: Rum, Rumpi e o Lê. O Rum é o atabaque maior, o Rumpi seria o segundo atabaque maior, tendo como importância responder ao atabaque Rum, e o Lê seria o terceiro atabaque onde fica o Ogã que está iniciando ou aprendiz que acompanha o Rumpi. O Rum também é usado para dobrar ou repicar o toque para que não fique um toque repetitivo. Importante saber que cada atabaque tem suas obrigações a serem feitas, pois o atabaque praticamente representa um Orixá.
Existem vários tipos de toques, Angola que se toca com mão e Ketu que se toca com a varinha. Na Angola existem vários tipos de toques, onde cada toque é destinado a um Orixá, por exemplo, Congo de Ouro, Angolão que seria destinado a Oxóssi, Ygexá que seria destinado a Oxum, etc. O mesmo acontece com Ketu, que se toca com varinha de goiabeira ou bambu, chamada aguidavi.
O couro também merece cuidados, como passar dendê e deixar no sol para que ele, o couro, fique mais esticado e possa produzir um som melhor.

Um Ogã seria como um Tatá da Casa e na maioria das vezes seu conhecimento é quase superior a um Zelador de Santo. Para ser um Ogã não basta saber tocar, e sim, saber o fundamento da Casa, salientando que saber o canto na hora certa, é de grande importância para um Terreiro.
Existem também outros tipos de componentes que se usam junto com os atabaques, como por exemplo, o agogô, chocalho, triângulo, pandeiro, etc. 
Existe também o Abatá, que seria um tambor, com os dois lados com couro, que se usa muito no Rio Grande do Sul e na nação Tambor de Mina.
Os tambores começaram a aparecer nas escavações arqueológicas do período neolítico.
O tambor mais antigo foi encontrado em uma escavação de 6.000 anos A.C. 
Os primeiros tambores provavelmente consistiam em um pedaço de tronco de árvore oco. Estes troncos eram cobertos nas bordas com peles de alguns répteis, e eram percutidos com as mãos, depois foram usadas peles mais resistentes e apareceram as primeiras baquetas. O tambor com duas peles veio mais tarde, assim como a variedade de tamanho.
De origem africana, o atabaque é usado em quase todos os rituais afro-brasileiros, típico do Candomblé e da Umbanda e de outros estilos relacionados e influenciados pela tradição africana. De uso tradicional na música ritual e religiosa são empregados para evocar os Orixás.

Os Pontos cantados são evocações, em forma de orações ou pequenas histórias, louvando um Orixá ou contando quem é o Guia, sua forma de atuação, sua força diante das dificuldades, sua relação com os Orixás, um chamamento de um filho que procura ajuda ou proteção, entre outras colocações de festividade e manifestação de fé. Os pontos têm sua associação, digamos assim, com os mantras indianos, com os Cantos Gregorianos da Igreja Católica, ou com os Cantos de Louvor à Deus dos Protestantes.Outra função dos pontos, ao serem cantados, é fazer descarregar e fluir as emoções dos médiuns e dos que procuram ajuda na casa, em vibrações relacionadas com os Guias e Orixás, permitindo assim, um perfeito entrosamento e equilíbrio do médiuns em seu trabalho e o alcance da graça solicitada..

OS BOIADEIROS

  

PALAVRAS DE PAI JOAQUIM DE ARUANDA

 



Combatendo as Zicas do Coração

Meu filho, com esses olhos, “que a terra não comeu”, pois são olhos espirituais, reais, já vi muita coisa. Algumas boas, outras nem tanto, e mais outras que não vale a pena contar.
O que passou, passou mesmo. O que ficou foi a experiência das diversas vidas na carne, aliás, muitas delas tão iguais e, ao mesmo tempo, tão diferentes. O que ficou foi o aprendizado e o conhecimento de como é o coração dos homens e suas emoções e vontades. Aprendi a ler a verdade de cada um, por dentro, lá na toca das coisas que não se falam, e que todos escondem muito bem. Tem muita zica  dentro dos corações, meu rapaz.
É rolo que não acaba mais! E coração rançoso e rancoroso, você sabe como é que é, está cheio de irmãozinhos das trevas agarrados a ele. Eles se alimentam das emoções podres e dos pensamentos maldosos. E a zica é tanta, que só a pessoa rancorosa é que não vê a energia que está perdendo. Menino de Deus, como os homens sofrem por causa das emoções podres! Igualzinho ao corpo carnal, que pode apresentar escaras na pele, devido à falta de movimento em alguma área, o corpo espiritual também tem suas escaras astrais. 
Porém, essas são causadas pelas emoções podres, estagnadas no meio da alma atormentada e sem centro espiritual. Falta movimento sutil ali! Falta vergonha na cara para acertar o passo! Muito disso vem de outras vidas, são escaras do passado, de coisas mal-resolvidas, ainda alojadas no corpo espiritual. Mas, muita coisa é de agora mesmo, é coisa podre dos dias atuais. E o mau cheiro psíquico exalado atrai os espíritos atormentados e atormentadores, que ficam agarrados em penca na aura da pessoa. Isso é uma tragédia invisível! É uma doença psíquica que amarra os encarnados e impede os desencarnados carentes de seguirem em frente. 
Nosso Senhor Jesus Cristo avisou muitas vezes sobre isso. Ele disse: “Orai e Vigiai!” – Ele sabia do mal que as emoções podres fazem ao ser humano. Todavia, muitos oram de forma egoísta e mecânica, sem coração e sem alma, e outros nem isso fazem, passando ao largo das boas vibrações que poderiam ajudá-los e fortalecê-los. E os que vigiam raramente se olham por dentro, pois policiam muito mais a vida alheia, e não foi isso que Nosso Senhor ensinou. Meu amigo, tem tanto espírito agarrado nas pessoas, que há horas em que você não sabe mais quem é quem, de tão entranhados que estão. É um fuzuê energético na aura desses infelizes. 
Ô coisa feia de se ver! Mas Nosso Senhor é de uma compaixão infinita. Sob o seu comando, legiões de espíritos de luz vêm ajudando os homens nessas lides do invisível. Sem eles, isso aqui já teria ido para o beleléu! São eles que deslindam as ligações psíquicas daninhas e levam os irmãozinhos das trevas para o Espaço, para serem tratados pelos médicos da luz. Esses irmãos da luz são os verdadeiros anjos da guarda da humanidade. Pena que os homens se esquecem tão facilmente das bênçãos que recebem. Esses guias e benfeitores espirituais são os trabalhadores de Nosso Senhor, não importa a linha espiritual na qual laboram. 
Sempre agradeça a eles, pela proteção e luz. Todavia, se os guias espirituais ajudam, também é verdade que os homens precisam fazer sua parte. Que vigiem e orem, e exorcizem as emoções podres de seus anseios. Que renunciem aos desejos torpes de vinganças. Que esqueçam as ofensas e se dediquem a alguma causa nobre e verdadeira. Ninguém é vítima do destino! Todos são passíveis de falhas na jornada, como também de atos elevados. E todos são capazes de seguir em frente… 
Tem muito coração zicado nessa vida dos homens terrestres, e muitos espíritos zangados na cola deles. Ainda bem que, lá da Aruanda, vem aquela luz que ilumina a fé dos filhos que querem a cura do próprio espírito. Como você escreve sobre as coisas do espírito, fale para as pessoas daquela chuva luminosa que os guias produzem sobre as cabeças dos filhos que se esforçam na senda da luz e do bem. Aquela luz de Aruanda… Aquele amor que cura o coração. Fale das egrégoras  invisíveis que sustentam os bons pensamentos e os bons ideais, para que muitos outros se liguem a elas e se protejam das vibrações pesadas. Filho, olhe essa estrela sobre a sua cabeça. É linda e brilhante. 
Você sabe o significado dela, e sabe quem a enviou para iluminar o seu caminho. Pense que o brilho e a proteção que dela emanam possam ser irradiados para outras pessoas. Que Oxalá abençoe as pessoas zicadas e as cure do mal que trouxeram para dentro de si mesmas. Que Ele propicie um momento de despertar para elas. Fique na paz de Nosso Senhor! Na luz de Aruanda. Na fé! – Pai Joaquim de Aruanda – (Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 16 de dezembro de 2005.)

LINHA DO ORIENTE

 

Na linha do Oriente estão as falanges dos hindus, dos árabes, dos japoneses, chineses e mongóis, dos egípcios, dos gauleses, dos romanos, etc., formadas por espíritos que encarnaram nesses povos e que ensinam ciências ocultas e praticam caridade.



Caracteristicas


Bebidas Suco de morango, suco de abacaxi, água com mel, cerveja e vinho doce branco ou tinto.

Dia da semana Quinta-feira.


Ervas Alfazema, todas as flores que sejam brancas, palmas amarelas, mon­senhor branco, monsenhor amarelo.

Essências: Alfazema, olíbano, ben­joim, mirra, sândalo e tâmara.


Guia Colar com cento e oito contas (108), sendo 54 brancas e 54 amarelas. Enfiar sequencialmente uma branca e uma amarela. Fechar com firma branca. As entidades indianas também utilizam o rosário de sândalo ou tulasi de 108 contas (japa mala). Algumas criam suas próprias guias, segundo o mistério que trabalham.


Local preferido: As entidades gostam de colinas descampadas, praias desertas, jardins reservados (mas também recebem oferendas nas matas e santuários ou congás domésticos)
Lua recomendada (para oferenda mensal), Segundo dia do quarto minguante ou primeiro dia da Lua Cheia.
Mineral: Citrino, quartzo rutilado, topázio imperial (citrino tornado amarelo por aquecimento) e topázio


Tabaco: Fumo para cachimbo ou charuto.Também utilizam cigarro de cravo.
Vela Rosa, amarela, azul clara, alaranjada ou branca.

Linha do Oriente

Legião dos Hindus Chefe ZARTU
Legião dos Médicos e Cientistas Chefe José de Arimatéia
Legião dos Árabes e Marroquinos Chefe Jimbaruê
Legião dos Japoneses , Chineses e Mongóis Chefe Ori do Oriente
Legião dos Egípcios , Astecas e Incas Chefe Inhoarairi
Legião dos Índios Caraíbas Chefe Itaraiaci
Legião dos Gauleses , Romanos e outras raças Européias Chefe Marcus I
As Falanges destas Legiões estão incumbidas de ensinar aos habitantes da Terra, coisas para eles desconhecidas. São grandes Mestres do Ocultismo.


O Povo do Oriente fala pouco e, quando o faz, o seu linguajar é perfeito e bastante correto. Não gosta de dar consultas. Raramente usa o termo "chefia de cabeça" e sempre demonstra muita sabedoria e amplos conhecimentos filosóficos e esotéricos. Na Umbanda, os componentes desse Povo são chamados de Mestres da Linha do Oriente (egípcios, tibetanos, chineses, etc). Normalmente atuam de forma discreta, intuindo seus médiuns para que entendam o que está se passando. São importantíssimos na transmissão de mensagens de entidades ou espíritos de nível hierárquico superior, devido a linha de desenvolvimento mental da qual participam. Também atuam na destruição de templos e de magias do passado, libertando o espírito. , estimula no médium o caminho da evolução espiritual através dos estudos, da meditação, do conhecimento das leis divinas, do amor, da verdade, da ciência, da arte, do belo. Estimula no médium o caminho da ascensão espiritual, fazendo-o eliminar da sua vida tudo o que é pernicioso.


A Linha do Oriente é parte da herança da Umbanda brasileira. Ela é composta por inúmeras entidades, classificadas em sete falanges e maioritariamente de origem oriental. Apesar disso, muitos espíritos desta Linha po­dem apre­sentar-se como caboclos ou pretos velhos.
O Caboclo Timbirí (caboclo japonês) e Pai Jacó (Jacob do Oriente, um preto velho bastante ver­sado na Ca­bala Hebraica), são os casos mais co­nhe­cidos. 
Hoje em dia, ganha força o cul­to do Caboclo Pena de Pa­vao, enti­dade que trabalha com as for­ças espiri­tuais divinas de origem indiana.
Mas nem todos os espíritos sao ori­entais no sentido comum da palavra. Es­ta Linha procurou abri­gar as mais di­ver­sas entidades, que a princípio não se encaixavam na matriz formadora do bra­sileiro (índio, portugues e afri­cano).

A Linha do Oriente foi muito popular de 1950 a 1960, quando as tradições bu­­­distas e hindus se firmaram entre o povo brasileiro. Os imigrantes chineses e japoneses, sobretudo, passaram a fre­­qüentar a Umbanda e trouxeram se­us ances­trais e costumes mágicos.
Antes destas datas, também era co­mum nesta Linha a presença dos que­ridos espíritos ciganos, que possuem ori­­­gem oriental. Mas tamanha foi a sim­patia do povo umbandista por estas en­­­tidades, que os espíritos criaram uma "Linha" independente de trabalho, com sua própria hierarquia, magia e ensi­na­mentos. Hoje a influencia do Povo Ci­gano cresce cada vez mais dentro da umbanda.
A.D.

SÃO COSME E DAMIÃO

                             

Mês de setembro  chegando. Mês, que homenageamos as  nossos queridos
 santinhos, que tantas graças e curas realizam nos terreiros de Umbanda

Axéééé!!! Erês, Ibejadas, Yori, “Crianças”, Encantados, Anjos, Andorinhas, Cosme & Damião com Doum ou sem Doum… Não importa!!!

O nome, a designação, o título, não é relevante!

Cor, feito, brinquedo ou movimento não é ressaltante!

O bom, o certo, o formidável, o admirável, o respeitável, o Sagrado é tê-los no coração, é saber que não deixam que nos derrubem e que são nossos “Amigos”.
Ahhhh… Quantas oportunidades perdidas quando as “crianças” se manifestam em nossa Umbanda. Quantas pessoas menosprezam o poder e a ação da Linha das Crianças. Quantos confundem alegria com ingenuidade, inocência, ignorância, bobeira e assim perdem momentos mágicos de transformação.

Saibam que essa linha de trabalho, Linha das Crianças, que se manifesta na Umbanda em meio a sorrisos, doces, guaranás e alegria é uma das poucas Linhas que consegue dominar a Magia na sua essência natural e faz isso, muitas vezes, de forma extremamente imperceptível.  Para comprovar essa afirmativa, basta avaliarem as percepções pessoais ao ganharem balas, sentarem no chão, baterem palmas, colocarem chuquinhas no cabelo, etc… Ééé… É grandioso! É mágico!!!

Além disso, quem já não ouviu a frase: “O que os Filhos das Trevas fazem, qualquer Erê desfaz. O que o Erê faz (no sentido do Bem, é claro) ninguém desfaz ou interfere”.

Enfim, a festa das Crianças na Umbanda, conhecida como Festa de São Cosme e Damião já começou, aproveitem o dia, a energia, a vibração, a festa e todo o entusiasmo dessas maravilhosas Entidades, deem uma pausa para pensarem, abram o coração e entendam, embora de forma simples e pura, as profundas e sábias mensagens desses verdadeiros SÁBIOS – Senhores da Pureza Cósmica.  

Aproveitem também e determinem algo especial para vocês, determinem, por exemplo, que o lado infantil e puro sempre influencie as decisões e os relacionamentos dos adultos que se consideram sucessivamente certos e sérios, afinal, na maioria das vezes, esses “crescidos” acabam por propiciar inflexibilidade, intransigência, fanatismo e extremismo.